Todas as religiões têm seus sacerdotes. Eles são preparados por entidades para trabalhar por cada religião. O padre estudou para receber a ordenação que lhe confere poder para exercer funções e ministérios eclesiásticos. O pastor estudou a bíblia para saber dissertá-la nos seus cultos. O babalorixá ou yalorixá (pai ou mãe-de-santo) também teve relações estreitas e conhecimento dos mistérios da vida com as divindades africanas para ajudar as pessoas que procuram o Candomblé. Só para citar estes profissionais das principais religiões cultuadas no Basil.
Cada ser humano tem sua estrutura de fé e ela tem identidade com alguma religião. Não podemos julgar nem condenar a identidade religiosa de ninguém, porque todas as religiões desembocam no mesmo Deus, que muda apenas de nome.
Mas cada profissional do credo deve ter estudo e diploma. E entre as religiões citadas as que mais correm risco da ação dos charlatões são a Evangélica e o Candomblé e Umbanda. A cada dia surge uma nova igreja evangélica com rituais diferentes. Surgem também os falsos pais-de-santo sem Adeká (instrumentos e diploma para o exercício da profissão); recebem falsos espíritos e cobram fortunas prometendo fazer trabalhos de abre-caminhos que não se abrem.
Atenção, cuidado com esses falsos sacerdotes!